quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Crazyfrog enfrenta um poste!!

Acho que estamos precisando de uma história mais descontraída... Estou um tanto quanto chatinha (se é que é possível ficar mais) nos meus textos ultimamente... Talvez um tanto quanto melosa. Quem não tem os seus momentos??
Mas por onde anda os sacarmos, a ironia, a palhaçada? Hum??
Só vou falar um pouco da última que aconteceu! Vocês não vão acreditar!
Estava eu, no sábado à tarde, saindo do inglês, toda me achando a estudante, quando, de repente! Assim, do nada! PAAAAAAAFT!!! Meu Deus!! Olho para trás...
Um poste bateu em mim! Ou melhor, no Crazyfrog. Não, não deu para acreditar meu! Um poste bateu no Crazyfrog!!! Tadinho, recém-nascido, nunca havia ido ao ‘carriátra’, ainda com cheirinho de bebê... sniiiif... “como sofre o carro de uma pessoa boa!”
Na hora fiquei sem reação... Desci do carro e me deparei com aquele poste enooorme... E eu sozinha, uma pobre mulher indefesa, não podia enfrentar um poste daquele tamanho né?!
Entrei no Crazyfrog, triste e assustada, desci a avenida que homenageia aquele importante político paraibano (Forte é o povo!) e fui para casa sofrendo com o acidente de CrazyFrog.
No mais, à noite, tomei um vinho com minhas inseparáveis amigas e lamentei o acontecido. Sem falar nos consolos já conhecidos: “Poderia ter sido pior” (com certeza, já pensou se o poste além de bater tivesse se jogado encima do Crazynho?), ou “O importante é que nada aconteceu com você!” (não me diga! Jurava que o Crazyfrog era mais importante!).
E ainda não terminou...
Na terça, depois de haver visitado algumas oficinas e autorizadas (a cobrar mais caro, só pode ser) na segunda - para tentar não utilizar o plano de saúde do Crazynho (vocês sabem que sempre cobram aquela ‘co-participação’, então às vezes é melhor fazer particular), decido colocá-lo no melhor hospital mesmo (aquele ‘autorizado’ a cobrar mais caro!). Então ligo para o seguro (o melhor do Brasil por sinal, o BB Seguro Auto! Rsrsr). Segue trechos da conversa:
_ Boa tarde! Gostaria de comunicar um sinistro (no dicionário: ‘o desastre ocasionado no objeto segurado)
_ Sim senhora! Número de identificação da apólice, por favor.
.... E após todos os dados e blá blá blás, ela pergunta:
_ A senhora quer solicitar indenização para o proprietário do poste?
_ Indenização?! (prendo o riso) Claro que não! Quero é processá-lo por ter colocado o poste no lugar errado ora!
Ela também não se conteve... E foi um kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!
E continua...
_ Quem a senhora considera culpado pelo acidente?
(mais uma vez eu prendo o riso)
_ Eu né! E vou culpar quem? O poste? (sei que o poste foi culpado, mas ninguém entende... rsrs)
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
E eu desligo o telefone ‘vermelha’ de tanto rir... pelo menos foi engraçado...
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Luís Fernando Veríssimo é o cara!



kkkkkkkkkkkk
Amigas são demaaaais!!! Acabei de receber esse email e compartilho com todas as mulheres que não aceitam que a vida seja um rascunho, mas um Best-seller!

1.-) Conto de fadas para mulheres do séc. 21

Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:
- Você quer casar comigo?
Ele respondeu: NÃO!
E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade e ninguém mandava nela.
O rapaz ficou barrigudo, careca, o pinto caiu, a bunda murchou, ficou sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER.

*FIM!!!*

(Luís Fernando Veríssimo)

2.-) Conto de fadas para mulheres do séc. 21

Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa
independente e cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã.

Então, a rã pulou para o seu colo e disse: - Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre...

E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava:
- Nem #$....&%n...@o! [palavrão no blog não pode! rsrs]

*FIM!!!*

(Luís Fernando Veríssimo)

sábado, 1 de agosto de 2009

Saudade do cheirinho de Hollywood

 


Hoje eu tinha até um programinha diferente, inauguração do sofá novo de uma amiga, claro que não importava o motivo, mas o encontro. Mesmo assim fiquei em casa, tem dias que nada parece mais atrativo que ela... Então fui assistir a um filme – Mr. Jones. Muito bom!! (O bom dos filmes emocionantes é que você aproveita o momento para extravasar as suas emoções também) E lembrei de você pai... sempre me lembro de você e você sabe que me sinto culpada de você ter ido quando eu ainda era uma adolescente alienada e de nada ter feito para te ajudar. Você se foi tão só meu pai.... e isso me dói tanto...
Às vezes eu me sinto frágil... sei que tenho que ser forte pai... sei que sou mãe e já sou uma mulher, mas desejo colo de vez em quando... O seu colo – que não pediria nada em troca, que me escutaria e daria os melhores conselhos, que me entenderia e buscaria me ajudar. Às vezes desejo sua proteção, queria alguém para tomar minhas dores de vez em quando, para resolver alguns problemas, para me defender de algumas coisas. Por vezes desejo o seu amor, para quem eu era realmente a mulher mais linda do mundo... os seus carinhos que me faziam sentir protegida... como você era carinhoso meu pai! Lembro que ficava com cheiro de Hollywood (cigarro), mas isso não me incomodava.
Também tenho saudades de sua alegria, daquelas coisas que os ‘normais’ chamam de loucura e que foram as que mais marcaram minha infância com você. Saudade de dançar em cima do seu pé, de sair passeando com você (e você parecceria que estava carregando um troféu). Saudade do seu amor meu pai - um amor puro, de verdade, que não exige nada que não seja a felicidade do outro. Era disso que eu estava precisando agora. Mas sei que você deve estar me escutando, porque sempre que isso acontece, eu acordo melhor no outro dia... só pode ser você falando com o grande Pai!
Às vezes as pessoas são tão estranhas e tolas, eu não consigo entender... sei que também sou difícil de entender... mas eu apenas busco viver com sinceridade, por inteiro, de verdade... E é tão difícil viver assim por aqui... talvez existam pessoas que pensem assim... quem sabe... é tudo tão superficial e grotesco... eu tento, sei que tento... mas não me encontro onde vou... não em sã consciência ... e às vezes me sinto cansada... sei que é cedo... mas acontece... E é no meio disso tudo e por isso tudo que queria você aqui pai... queria ser sua criança... queria ter onde me desmoronar... mas só tenho a mim...