Transcenda o normal. Nem sempre o normal é o certo. E o certo é o que te faz feliz! À medida que nos importamos menos com a opinião dos outros chegamos mais perto da plenitude. E não existe coisa mais anormal que ser pleno e feliz!
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Seja anormal!!!
Transcenda o normal. Nem sempre o normal é o certo. E o certo é o que te faz feliz! À medida que nos importamos menos com a opinião dos outros chegamos mais perto da plenitude. E não existe coisa mais anormal que ser pleno e feliz!
domingo, 7 de junho de 2009
Hoje eu quero sair!
Hoje eu quero sair!
Para um lugar onde possa refletir sobre a vida que às vezes passa sem avisar. Refletir sobre os erros para que possa não mais repeti-los, sobre as paixões que se foram e as que, quem sabe, ainda estão por vir.
Hoje eu quero sair!
Para um lugar onde me sinta bem! Onde possa relaxar, ser simplesmente eu, sem a hipocrisia que a civilidade nos impõe.
Para um lugar onde possa escutar as minhas músicas prediletas e repeti-las quantas vezes desejar. Onde possa beber meus vinhos sem me preocupar com a quantidade.
Hoje eu quero sair!
Para um lugar onde eu possa dançar como se ninguém estivesse a observar.
Para um lugar que tenha bons livros e que eu possa lê-los sem ninguém para incomodar.
Hoje eu quero sair!
E encontrar pessoas que realmente gosto, que me deixam à vontade e que sorriem com os olhos para mim. Que me falem a verdade mesmo que seja dura e que desse encontro, dessa troca, eu me modifique.
Hoje eu quero sair!
Para um lugar onde possa pensar no que bem queira e inclusive no que não tem explicação.
Hoje eu quero sair!
Para um lugar que tenha isso tudo ao mesmo tempo!
O melhor lugar do mundo!
Hoje eu quero mesmo é ...
Ficar para casa!!
sábado, 16 de maio de 2009
Tempo de espera
Tic tac tic tac
Espero.
Tic tac tic tac
Nada me atrai.
Tic tac tic tac
A não ser o tempo.
Tic tac tic tac
Que espero passar.
Tic tac tic tac
Não há decisão a tomar,
Apenas aguardo,
O tempo passar.
Tic tac tic tac
Espero.
Tic tac tic tac
A mudança.
Tic tac tic tac
O mundo gira.
Tic tac tic tac
O ponteiro gira.
Tic tac tic tac
A vida aguarda.
Tic tac tic tac
A decisão.
Tic tac tic tac
É tempo de espera.
Tic tac tic tac
Preciso aguardar.
Tic tac tic tac
Não me resta mais nada.
Tic tac tic tac
A não ser esperar...
quinta-feira, 9 de abril de 2009
PAI
PAI
Ao quebrar a harmonia reinante,
O herói mostrou-se fraco
Para criança que ainda tão imatura,
Repentinamente viu-se madura.
Como deixar emergir o privilégio da fraqueza
Se o que mais a apetece é vê-lo cônscio e forte,
Para vencer o vício que corrói a beleza
Do doce encontro familiar.
Com tamanha tristeza viu o homem
Que tanto carinho lhe dava,
Trocá-la pelo alucinógeno
Que um mundo novo lhe mostrava.
E agora? Onde está o meu herói?
Por que tão cedo se foi? Por que?
E quem inventou que herói não tem fraquezas?
Quem disse que as fraquezas o anulam?
Meu herói se foi... Abandonou-me.
Não por vontade, porque sei do seu amor.
Vi sua triste luta contra o que um dia procurou,
Pensando ser o remédio para os seus tormentos.
De consumidor passou a consumido,
Da utópica possibilidade de liberdade.
E se foi carcomido pela derrota
E o desespero da solidão.
Sua alegria, seu caráter, os carinhos, sorrisos e beijos.
As danças no meio da sala... O viver intensamente!
Tanto! Mas tanto deixou escrito em minh’alma!
O herói mostrou-se fraco
Para criança que ainda tão imatura,
Repentinamente viu-se madura.
Como deixar emergir o privilégio da fraqueza
Se o que mais a apetece é vê-lo cônscio e forte,
Para vencer o vício que corrói a beleza
Do doce encontro familiar.
Com tamanha tristeza viu o homem
Que tanto carinho lhe dava,
Trocá-la pelo alucinógeno
Que um mundo novo lhe mostrava.
E agora? Onde está o meu herói?
Por que tão cedo se foi? Por que?
E quem inventou que herói não tem fraquezas?
Quem disse que as fraquezas o anulam?
Meu herói se foi... Abandonou-me.
Não por vontade, porque sei do seu amor.
Vi sua triste luta contra o que um dia procurou,
Pensando ser o remédio para os seus tormentos.
De consumidor passou a consumido,
Da utópica possibilidade de liberdade.
E se foi carcomido pela derrota
E o desespero da solidão.
Sua alegria, seu caráter, os carinhos, sorrisos e beijos.
As danças no meio da sala... O viver intensamente!
Tanto! Mas tanto deixou escrito em minh’alma!
Tanto deixou plantado em meu coração!
O herói que fugiu do estereótipo,
O herói que fugiu do estereótipo,
Mesmo imerso em desilusões
Ainda pôde com bravura,
Marcar com as mais belas virtudes
A vida de sua gente!
Luana Carvalho
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Maturidade
Quando a explosão do Ser
Reprime o Ter
A beleza ganha conotação que
Transcende a estética
A companhia de outrem
Não é mais fundamental
Para o estado de felicidade
É quando o prazer da solidão
Ganha seu espaço
E o auto-conhecimento traz
O essencial ao crescimento
O ciúme já não é problema
Pelo entendimento da impossibilidade
De possuir o que não se vê
Não mais há de se morrer de amor
Por inferir que não adianta
Sofrer pelo que não mais existe
Não mais há descrença
Pelo entendimento
De que a crença e a esperança
São condições da plenitude
É compreender que jamais
Saberemos o suficiente
E ainda ter sede de conhecimento
Que o trabalho não somente é
Condição de sobrevivência
É instrumento de dignidade
Sinônimo de liberdade!
Maturidade
Não é questão de idade
Mas de conhecimento da verdadeira
Felicidade!
Luana Carvalho
quinta-feira, 5 de março de 2009
Ao Encontro do Mundo
Não entendia o porquê,
Imaginar me satisfazia.
Talvez ao encontro do eu,
De outros eus.
Paisagens, esculturas, gravuras...
Muito jovem eu já sabia,
Que no mundo muito existia
Além dos muros que me prendiam.
Viajar eu precisava
Para do abismo
Que me perturbava
Fugir!
Só não compreendia,
Que não era o lugar que eu queria.
Eram olhares diferente do mundo
Que aquela gente possuía.
Então de cada aventura mágica,
Diferente eu voltaria
Para meu mundinho pequeno
Que cada vez mais se expandia.
Ohh meu Deus!
De tantos lugares fantásticos
Que conhecia,
Mais fantástico era o povo
Que lá vivia!
E a cada viagem
Minha alma explodia de alegria!
Com a certeza de que jamais cessaria,
Pois viajar é remédio da melancolia!
Luana Carvalho
Imaginar me satisfazia.
Talvez ao encontro do eu,
De outros eus.
Paisagens, esculturas, gravuras...
Muito jovem eu já sabia,
Que no mundo muito existia
Além dos muros que me prendiam.
Viajar eu precisava
Para do abismo
Que me perturbava
Fugir!
Só não compreendia,
Que não era o lugar que eu queria.
Eram olhares diferente do mundo
Que aquela gente possuía.
Então de cada aventura mágica,
Diferente eu voltaria
Para meu mundinho pequeno
Que cada vez mais se expandia.
Ohh meu Deus!
De tantos lugares fantásticos
Que conhecia,
Mais fantástico era o povo
Que lá vivia!
E a cada viagem
Minha alma explodia de alegria!
Com a certeza de que jamais cessaria,
Pois viajar é remédio da melancolia!
Luana Carvalho
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